DF Legal e administração do Varjão instituem comitês de governança

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Medida tem como objetivo adotar melhores práticas, de forma contínua e progressiva, na administração pública

IAN FERRAZ, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

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Acompanhando o ritmo de outras secretarias e órgãos vinculados ao Governo do Distrito Federal, a administração regional do Varjão e o DF Legal instituíram, nesta quarta-feira (7), seus respectivos Comitês Internos de Governança Pública (CIG). A medida foi publicada no Diário Oficial e tem como objetivo garantir o desenvolvimento das melhores práticas de governança.

No DF Legal, o Comitê fará reuniões bimestrais e em caráter extraordinário quando necessário. O grupo, formado por dez servidores – entre eles o secretário do DF Legal, Georgeano Trigueiro -, será responsável por implementar e manter processos previstos no Decreto nº 39.736/2019, que trata sobre governança. 

Trigueiro destaca que uma boa governança está ligada à gestão eficiente, com sustentabilidade humana e de recursos. “O GDF tem recursos finitos. Então, nossa gestão tem de ser eficiente, onde as pessoas também sejam bem cuidadas e amparadas”, ressalta.

Ele avalia que, com isso, a população será bem atendida e o servidor terá satisfação de prestar bom trabalho. “Para isso isso acontecer, buscamos formas inovadoras, boa interação entre as unidades de gestão e uma troca eficiente de informações entre os órgãos”.

São considerados princípios dessa política a capacidade de resposta, a integridade, a confiabilidade, a melhoria regulatória e a prestação de contas e responsabilidade.   

O Comitê formado na secretaria DF Legal também deverá acompanhar a implementação de medidas, mecanismos e práticas organizacionais definidos pelo Conselho de Governança Pública – CGov, além de promover, com apoio institucional da Controladoria-Geral do Distrito Federal, a implantação de metodologia de Gestão de Risco.

Reuniões mensais
A administração do Varjão também adotou a prática e estabeleceu reuniões mensais do Comitê. A administradora regional pela R.A, Nair Queiroz Pessoa, é uma dos seis servidores designados para desempenhar a função, não remunerada. 

Segundo ela, as maiores empresas e multinacionais já usufruem dos benefícios deste conceito. “É uma excelente ferramenta de melhores práticas para gestão pública”, disse Nair.

“E nosso objetivo é aplicar os modernos conceitos de compliance para construir uma cultura cada vez mais ética. Além disso, dar respostas às demandas sociais de maneira mais ágil, objetiva e planejada”.

O CIG está presente em outras secretarias do GDF, como a de Educação, de Segurança Pública, de Cultura e Economia Criativa, de Saúde e a de Desenvolvimento Econômico.

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